Ir para o conteúdo
Equipamentos Locação Serviços Conteúdos A Move Contato Pedir cotação no WhatsApp
WhatsApp

Guia · 3 min de leitura ·

Como escolher a empilhadeira certa: transpalete, patolada, retrátil ou contrabalançada

Sete famílias de equipamento, seis perguntas e uma tabela. O objetivo é sair daqui sabendo qual família serve a sua operação, para que a conversa com o fornecedor comece no modelo, e não no básico.

Empilhadeira elétrica patolada Paletrans com um palete elevado em armazém com sacarias
Patolada: leve, compacta e só para palete aberto. A escolha começa pelo palete.

Escolher empilhadeira pela capacidade é como escolher caminhão pelo tanque. O dado é real e quase nunca é o que decide. Nas visitas que fazemos em Marília, Bauru e Lins, a máquina errada quase sempre foi comprada porque alguém pulou uma das seis perguntas abaixo.

As seis perguntas, na ordem

  1. Que palete você usa? Aberto (com espaço embaixo para as patolas passarem) ou fechado (PBR dupla face, palete de plástico com base fechada, big bag, bobina, caixa sem palete)? Palete fechado elimina todas as patoladas.
  2. A máquina vai só transportar ou vai empilhar? Transporte horizontal é transpalete. Empilhar é empilhadeira.
  3. Até que altura? Meça a última longarina do porta-paletes e some a altura do palete carregado. Isso define a família.
  4. Qual a largura do corredor? Meça de face a face da estrutura. Define entre patolada, retrátil e contrabalançada.
  5. Que piso e onde? Só galpão nivelado, ou pátio, rampa, doca sem nivelador, piso irregular? Fora do galpão é contrabalançada.
  6. Quantas horas por dia, em quantos turnos? Define motorização, bateria e a necessidade de reserva.

As sete famílias

Os números são de catálogo Paletrans para os modelos de referência que vendemos e mantemos. Servem para eliminar famílias, não para fechar o modelo; isso sai da visita.

FamíliaCapacidadeElevaçãoCorredorPaleteUso típico
Transpalete manual (TM 2500)2.500 kg190 mm1.790 mmAberto e fechadoDoca, loja, reserva
Transpalete elétrico (TE 25)2.500 kg230 mm2.660 mmAberto e fechadoDoca e CD com alto volume
Empilhadeira manual (PM 1016)1.000 kg1.600 mm1.880 mmSó abertoPoucas elevações por dia
Semielétrica (PE 1016 a 1034)1.000 kg1.600 a 3.400 mm2.500 mmSó abertoEstoque compacto, uso leve contínuo
Elétrica patolada (PT 1645 Fast)1.600 kg4.500 mm (até 5.400 na família)2.280 mmSó abertoAlmoxarifado e doca em galpão
Retrátil (PR 1790i)1.700 kg (2.000 na PR 20)9.000 mm (até 13.000)a partir de 2.700 mmAberto e fechadoArmazém vertical, CD
Contrabalançada (PC25)2.500 kg4.800 mm3.855 mmQualquer, e carga sem paletePátio, rampa, indústria, uso geral

Os erros que mais vemos

  • Patolada para palete fechado. A máquina chega, não passa por baixo do palete, e volta. É o erro número um, e é evitável com uma foto do palete.
  • Contrabalançada para corredor de retrátil. A máquina cabe no corredor mas não faz a curva no fim dele. O cliente perde uma rua de estrutura para a máquina manobrar.
  • Capacidade nominal na altura máxima. Toda empilhadeira perde capacidade conforme o garfo sobe e conforme o centro de carga se afasta. 1.600 kg no chão podem ser bem menos a 4,5 m. Olhe a tabela de capacidade residual do modelo.
  • Uma bateria para dois turnos. A máquina certa com a bateria errada para às 15h. Veja lítio ou chumbo-ácido.
  • Máquina grande demais. Custa mais na compra, na bateria, na manutenção e no corredor, pelo resto da vida. A máquina certa é a menor que faz o serviço com margem.

Elétrica, combustão ou manual

Em galpão fechado, elétrica. Sem fumaça, sem GLP, menos ruído, menos manutenção de motor. Combustão só se sobra pátio pesado, muita rampa e nenhuma condição de carga elétrica. Manual e semielétrica quando o volume é pequeno e o orçamento é curto. Nas trocas de combustão por elétrica que fazemos na região, a conta costuma fechar em dois anos; quando não fecha, dizemos.

Como validamos antes de vender

Visita ao galpão, com trena: corredor, altura da estrutura, palete, piso, rampa e a rotina de quem opera. Com isso o modelo fecha na primeira proposta, e a máquina que chega é a que vai trabalhar. É o mesmo levantamento para compra e para locação. Atendemos Marília, Bauru, Lins, Assis, Ourinhos, Tupã, Garça, Jaú e região.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre empilhadeira patolada e contrabalançada?

A patolada apoia a carga sobre patolas que passam por baixo do palete; é leve, compacta e só trabalha com palete aberto em piso plano. A contrabalançada equilibra a carga com um contrapeso atrás; trabalha com qualquer palete e em pátio ou rampa, mas pede corredor mais largo.

Retrátil ou contrabalançada para armazém?

Para estrutura acima de 6 m e corredor estreito, retrátil: ela trabalha a partir de 2,7 m e chega a 13 m. Para uso geral, pátio e carga sem palete, contrabalançada. Muitos armazéns têm as duas: a retrátil na estrutura e a contrabalançada na doca.

Transpalete elétrico substitui empilhadeira?

Não: transpalete só transporta na horizontal, com elevação de poucos centímetros. Ele substitui o transpalete manual quando o volume cresce, e complementa a empilhadeira na doca.

Qual empilhadeira para palete PBR?

O PBR padrão é dupla face fechado, então exige contrabalançada ou retrátil; patoladas não passam por baixo dele. Se o seu PBR for de face simples com base aberta, as patoladas voltam a ser opção; confirme com uma foto.

Escrito pela equipe técnica da Move Empilhadeiras, distribuidor e assistência técnica oficial Paletrans em Marília/SP. Atendemos Marília e região.

Continue lendo